Tratamento Psicológico no Combate à Obesidade

Juscelia Coelho Marçal Gomes, Danielle Bolsan Marchetto, Daniela Domingos Barreto

Resumo


A obesidade é uma enfermidade causada por multifatores, sendo que esta tem a possibilidade de ser por sofrimento, depressão e de comportamento de esquiva social, que prejudicam a qualidade de vida. Logo a obesidade é uma doença crônica e multifatorial, assim o interesse deste estudo se centraliza em investigar junto a bibliografias os aspectos psicológicos associados com a obesidade. Esta pesquisa comprovou a necessidade de estudar a obesidade, a existência dos aspectos vindo da mesma e construir reflexões que ajudem no desenvolvimento.

Texto completo:

PDF

Referências


Adami, F., & Vasconcelos, F. D. A. G. D. (2008). Childhood and adolescent obesity and adult mortality: a systematic review of cohort studies. Cadernos de Saúde Pública, 24, s558-s568.

Anderson, D. A., & Wadden, T. A. (2000). Tratando o paciente obeso: sugestões para a prática de atendimento primário. JAMA, 4, 3172-87.

Araújo, C. Q. B., Teixeira, J. V. M., Coutinho, L. C. Q. M., & Silva, A. T. (2009). Obesidade infantil versus modernização: uma revisão de literatura. TEMA-Revista Eletrônica de Ciências (ISSN 2175-9553), 8(12).

American Psychiatric Association (APA). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed. 2014.

Barlow, D. H., & Durand, V. M. (2011). Psicopatologia: uma abordagem integrada. São Paulo: Cengage Learning.

Baptista, M. N., Vargas, J. F., & Baptista, A. S. D. (2008). Depressão e qualidade de vida em uma amostra brasileira de obesos mórbidos. Avaliação Psicológica, 7(2), 235-247.

Beck, J. S. (2014). Pense Magro: a dieta definitiva de Beck. ed. Artmed.

Bernardi, F., Cichelero, C., & Vitolo, M. R. (2005). Comportamento de restrição alimentar e obesidade. Revista de nutrição, 18, 85-93.

Bouchard, C. (2003). Atividade física e obesidade. São Paulo: Manole.

Blumenkrantz, M. (1997). Obesity: the world's metabolic disorder. Beverly Hills.

Chu, D. T., Nguyet, N. T. M., Nga, V. T., Lien, N. V. T., Vo, D. D., Lien, N., ... & Pham, V. H. (2019). An update on obesity: Mental consequences and psychological interventions. Diabetes & Metabolic Syndrome: Clinical Research & Reviews, 13(1), 155-160.

Coelho, H. M., & Pires, A. P. (2014). Relações familiares e comportamento alimentar. Psicologia: teoria e pesquisa, 30, 45-52.

De Lima, A. C. R., & Oliveira, A. B. (2016). Fatores psicológicos da obesidade e alguns apontamentos sobre a terapia cognitivo-comportamental. Mudanças-Psicologia da Saúde, 24(1), 1-14.

DeluchI, M., et. al. (2013). Terapia cognitivo-comportamental e obesidade. In: Araújo, R. B.., Piccoloto, N. M., & Wainer, R. (Orgs.). Desafios clínicos em terapia cognitivo-comportamental. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Ferrari, H. G., & Barbosa, M. H. (2008). Prevalência de sobrepeso e obesidade em escolares do ensino fundamental de escolas públicas de Limeira, São Paulo. Conexões, 6, 234-242.

Figueiredo, M. D. (2010). Reflexões sobre o enfoque Interdisciplibar no tratamento Clínico da Obesidade.

Finger, I. R., & Oliveira, M. S. (Orgs.) (2016). A prática da terapia cognitivo-comportamental nos transtornos alimentares e obesidade. Novo Hamburgo: Synopsys.

Fisberg, M. (1993). Obesidade na infância e adolescência. São Paulo: Moderna.

Guedes, P., D. (1998). Controle do peso corporal: composição corporal, atividade física e nutrição. Londrina: Manole.

Greenberg et al. (2012). Revised international prognostic scoring system for myelodysplastic syndromes. Blood.

Hruby, A., & Hu, F. B. (2015). The epidemiology of obesity: a big picture. Pharmacoeconomics, 33(7), 673-689.

Jebb, S. A. A etiology of obesity. British Medical Bulletin, London, 53(2), 264-285.

JesuS, P. C. (1997). Os aspectos psicológicos da obesidade em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica. Brasil Escola. 2020.

Luz, F. Q., & Silva Oliveira, M. (2013). Terapia cognitivo-comportamental da obesidade: uma revisão da literatura. Aletheia, (40), 159-173.

Matos, B. W., Machado, L. M., & Hentschke, G. S. (2020). Aspectos psicológicos relacionados à obesidade: relato de caso. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 16(1), 42-49.

Melo, V. L. C., Serra, P. J., & Cunha, C. D. F. (2010). Obesidade infantil–impactos psicossociais. Rev Med Minas Gerais, 20(3), 367-70.

Nahas, M. V. (1999). Obesidade, controle de peso e atividade física. Londrina: Midiograf.

Neufeld, C. B., Moreira, C. A. M., & Xavier, G. S. (2012). Terapia cognitivo-comportamental em grupos de emagrecimento: o relato de uma experiência. Psico, 43(1).

Oliveira, T. R. P. R., & Freitas Cunha, C. (2008). Aspectos cognitivos e emocionais de adolescentes com excesso de peso e seus responsáveis. Rev Med Minas Gerais, 18(4 Supl 1), S13-S19.

Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). (2017). panorama de la seguridad alimentaria y nutricional: sistemas alimentarios sostenibles para poner fin al hambre y la malnutrición.

Oliveira, T. R. P. R., & Freitas Cunha, C. (2008). Aspectos cognitivos e emocionais de adolescentes com excesso de peso e seus responsáveis. Rev Med Minas Gerais, 18(4 Supl 1), S13-S19.

Prati, S. R. A., & Petroski, E. L. (2001). Atividade física em adolescentes obesos. Journal of Physical Education, 12(1), 59-67.

Perpiñá, C. Segura, M., & Sánchez-Reales, S. (2017). Cognitive flexibility and decision- making in eating disorders and obesity. Eating and weight disorders: EWD, 22(3), 435– 444.

Radominski, R. (2010). Atividade física em crianças: uma visão realista. Revista Abeso 5(45).

Rand, K., Vallis, M., Aston, M., Price, S., Piccinini-Vallis, H., Rehman, L., & Kirk, S. F. (2017). “It is not the diet; it is the mental part we need help with.” A multilevel analysis of psychological, emotional, and social well-being in obesity. International Journal of Qualitative Studies on Health and Well-being, 12(1), 1306421.

Romanholo, R. A., Borges, K. F., da Silva, M. S. V., & Nunes, W. (2008). Índice de pressão arterial e obesidade em escolares de etnias brancas e negras de 7 a 12 anos dos ensinos públicos e privados do município de Cacoal-RO. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício (RBPFEX), 2(10), 10.

Romagna, E. S., Silva, M. C. A. D., & Ballardin, P. A. Z. (2010). Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes de uma unidade básica de saúde em Canoas, Rio Grande do Sul, e comparação do diagnóstico nutricional entre os gráficos do CDC 2000 e da OMS 2006. Sci Med, 20(3), 228-31.

Salve, M. G. (2005). Estudo sobre peso corporal e obesidade. Revista Digital Efdeportes, 10, 89.

Sichieri, R., & Souza, R. A. D. (2008). Estratégias para prevenção da obesidade em crianças e adolescentes. Cadernos de Saúde Pública, 24, s209-s223.

Sousa, J., Loureiro, I., & Carmo, I. D. (2008). A obesidade infantil: um problema emergente. Saúde & Tecnologia, 5-15.

Vaz, A. R., Conceição, E., & Machado, P. (2009). A abordagem cognitivo comportamental no tratamento das perturbações do comportamento alimentar. Análise psicológica, 27(2), 189-197.

Verzijl, C. L., Ahlich, E., Schlauch, R. C., & Rancourt, D. (2018). The role of craving in emotional and uncontrolled eating. Appetite, 123, 146-151.

Wilfley, D. E., Kolko, R. P., & Kass, A. E. (2011). Cognitive-behavioral therapy for weight management and eating disorders in children and adolescents. Child and Adolescent Psychiatric Clinics, 20(2), 271-285.

World Health Organization. (1990). Diet, nutrition and the prevention of chronic diseases. Geneva.

Yilmaz, J., Povey, L., & Dalgliesh, J. (2011). Nutrition focus: Adopting a psychological approach to obesity. Nursing Standard, 25(21).


Apontamentos

  • Não há apontamentos.